Minha Opinião
O velho "médico de família"
Nos tempos atuais, não me surpreende o fato de muitos jovens não terem a menor noção que havia, há muitos anos, uma figura importantíssima no nosso meio que chamavamos de MÉDICO DE FAMÍLIA. Quem era esta figura?
A grande maioria das pessoas depositava em seu médico de confiança todas as preocupações e tentativas de soluções quando sentiam-se mal ou apresentavam alguma doença real. Este médico, imbuído de conhecimentos de Clínica Geral, atendia a quem necessitava e, caso não conseguisse resolver problemas de saude do paciente, era quem encaminhava para os especialistas da época para darem suas opiniões e condutas a respeito de cada caso.
O médico de família gozava de confiança e amizade dos pacientes e era a nobre pessoa respeitada em todos os sentidos. É uma pena não se contar mais, exceto raríssimos casos, com esta figura emblemática na vida das famílias de outrora.
Lamento constatar que médicos bem jovens, atualmente, tambem se surpreendem quando se toca no assunto do antigo médico de família (aquele que atendia as crianças, os adolescentes, os adultos jovens e até os mais idosos, sendo que tambem eram os parteiros de suas pacientes quando da faixa pediátrica).
O médico de família não dispunha de elementos diagnósticos sofisticados a não ser sua própria experiência clínica e conhecimento, daí seu inestimavel valor dentro da sociedade que o respeitava tanto.
Hoje em dia, a SUPER-ESPECIALIZAÇÃO afasta o médico do doente na tentativa de resolver problemas de forma rápida e, infelizmente, sem o importante vínculo médico/paciente. Este vínculo abrangia , alem dos cuidados profissionais, a dedicação e solidariedade ao sofrimento e, muitas vezes, acompanhando a família até os últimos momentos de vida daqueles que sofriam. Ética tambem fazia parte do papel desse herói muitas vezes incansavel.
É uma pena que não teremos mais a oportunidade de conhecer essas importantes figuras tão marcantes nas vidas de tantas famílias. Lamento mais ainda que pouco se fala sobre isto inclusive nas escolas de Medicina para, ao menos, lembrar como exemplo.
A grande maioria das pessoas depositava em seu médico de confiança todas as preocupações e tentativas de soluções quando sentiam-se mal ou apresentavam alguma doença real. Este médico, imbuído de conhecimentos de Clínica Geral, atendia a quem necessitava e, caso não conseguisse resolver problemas de saude do paciente, era quem encaminhava para os especialistas da época para darem suas opiniões e condutas a respeito de cada caso.
O médico de família gozava de confiança e amizade dos pacientes e era a nobre pessoa respeitada em todos os sentidos. É uma pena não se contar mais, exceto raríssimos casos, com esta figura emblemática na vida das famílias de outrora.
Lamento constatar que médicos bem jovens, atualmente, tambem se surpreendem quando se toca no assunto do antigo médico de família (aquele que atendia as crianças, os adolescentes, os adultos jovens e até os mais idosos, sendo que tambem eram os parteiros de suas pacientes quando da faixa pediátrica).
O médico de família não dispunha de elementos diagnósticos sofisticados a não ser sua própria experiência clínica e conhecimento, daí seu inestimavel valor dentro da sociedade que o respeitava tanto.
Hoje em dia, a SUPER-ESPECIALIZAÇÃO afasta o médico do doente na tentativa de resolver problemas de forma rápida e, infelizmente, sem o importante vínculo médico/paciente. Este vínculo abrangia , alem dos cuidados profissionais, a dedicação e solidariedade ao sofrimento e, muitas vezes, acompanhando a família até os últimos momentos de vida daqueles que sofriam. Ética tambem fazia parte do papel desse herói muitas vezes incansavel.
É uma pena que não teremos mais a oportunidade de conhecer essas importantes figuras tão marcantes nas vidas de tantas famílias. Lamento mais ainda que pouco se fala sobre isto inclusive nas escolas de Medicina para, ao menos, lembrar como exemplo.